O homem sorriu.
Valéria fechou os olhos.
“Eu te amo”, disse ela.
Santiago não se mexeu.
Não respirei.
Não disse nada.
Naquele instante ele compreendeu—
Abril não lhe havia despertado qualquer suspeita.
Ela lhe havia mostrado a verdade.
E do lado de fora do portão, o falso motorista ainda esperava.
Motor em funcionamento.
Porta aberta.
Pronto para pegá-lo… e apagá-lo para sempre.
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